Atividades sensoriais para bebês: 10 ideias por idade para fazer em casa

Cesta com brinquedos sensoriais para bebês em frente a um arco-íris

Todo pai e toda mãe já se perguntou o que fazer para brincar com o bebê sem gastar muito e sem complicação. As atividades sensoriais para bebês são uma ótima resposta. Elas usam objetos simples da casa e fazem o bebê tocar, ouvir, olhar e se mexer.

Neste texto, você vai ver ideias organizadas por idade, de 0 a 6 meses até 2 a 3 anos, com cuidados de segurança para cada fase. Elas também são um jeito gostoso de oferecer menos telas e mais brincadeira no dia a dia.

Recomendação importante: antes de começar qualquer atividade nova, converse com o pediatra do seu bebê. Ele conhece a saúde e o desenvolvimento do seu filho e pode orientar o que é adequado para cada fase.

O que são atividades sensoriais e por que elas importam

Atividades sensoriais são brincadeiras que estimulam os sentidos: tato, visão, audição, olfato e paladar. O bebê também sente o movimento do próprio corpo e o equilíbrio. Tudo isso faz parte da descoberta do mundo.

Tocar uma textura nova, ouvir um som diferente ou sentir o vento no rosto são formas de aprender. Os estímulos sensoriais para bebês acontecem o tempo todo na rotina. Com um pouco de intenção, eles viram brincadeira.

O Portal de Boas Práticas da Fiocruz lembra que o ambiente do bebê deve oferecer estímulos, como exploração tátil, posições variadas do corpo, estímulos visuais e sonoros e o brincar. Isso não exige brinquedo caro. Exige tempo, atenção e um adulto por perto.

Observe as reações do seu filho. Ele sorri, estende a mão, se afasta? Respeitar o ritmo dele é a regra mais importante.

Cuidados antes de começar

A segurança vem antes da diversão. Veja o que conferir antes de cada brincadeira:

  • Fique ao lado do bebê o tempo todo.
  • Escolha objetos que não caibam inteiros na boca. Bebês levam tudo à boca, e isso é normal nessa fase.
  • Vede bem saquinhos e garrafas com fita forte e confira se não há vazamento.
  • Nunca deixe o bebê sozinho perto de água, mesmo que seja pouca.
  • Ofereça poucos materiais por vez, para ele não se agitar.
  • Pare a brincadeira se ele chorar, ficar muito agitado ou desviar o olhar.

Ao final, guarde tudo e lave os materiais. Assim, a brincadeira de amanhã começa limpa e segura.

Como escolher a atividade certa para o seu filho

As idades abaixo são uma referência, não uma regra. Um bebê de 7 meses pode gostar de uma brincadeira de 4 meses, e isso está certo. Comece pela mais simples e vá aumentando aos poucos.

Escolha um momento em que ele esteja descansado e alimentado. Brincar com sono ou com fome costuma acabar em choro. Dez a quinze minutos já são suficientes, e muitas vezes ele mesmo mostra a hora de parar.

Repita as brincadeiras de que ele gostou. A repetição dá segurança e ajuda o bebê a perceber o que muda a cada vez. Se ele recusar uma textura ou um som, não force. Ofereça de novo outro dia, sem pressão.

Por fim, participe. O olhar, a voz e o sorriso do adulto são o estímulo mais importante da brincadeira.

Atividades sensoriais para bebês por idade

Veja as ideias organizadas por idade, das mais calmas às mais ativas. Escolha uma e comece hoje.

Atividades sensoriais para bebês de 0 a 6 meses

Nessa fase, o bebê reconhece vozes e rostos e gosta de olhar de perto. Quanto mais conversa e carinho, melhor. As brincadeiras são curtas e calmas.

1. Hora da barriguinha com brinquedos

Deite o bebê de bruços sobre uma superfície firme, com você junto. Coloque à frente um brinquedo colorido ou um espelho seguro. Troque o brinquedo de lugar para manter o interesse e converse com ele.

Faça sessões curtas. Se ele reclamar, pegue no colo e tente de novo mais tarde. Essa posição ajuda o bebê a ver o mundo por outro ângulo.

2. Chocalho caseiro

Coloque um pouco de arroz ou feijão em uma garrafinha de plástico pequena e feche a tampa com cola forte e fita. Balance perto do bebê e mostre o som. Faça outro chocalho com um material diferente para ele perceber a diferença.

Quem fecha e confere é sempre o adulto. O bebê só observa e ouve, ou segura quando já consegue.

3. Massagem e música depois do banho

Passe a mão com suavidade nos braços, nas pernas e nos pés do bebê. Diga o nome de cada parte do corpo, sem diminutivos. Coloque uma música calma ao fundo. Se quiser ideias, veja os benefícios da música para bebês.

Esse momento fortalece o vínculo e ajuda a criar uma rotina para a hora de dormir.

De 6 a 12 meses: atividades sensoriais para bebês de 0 a 1 ano

Agora o bebê senta, pega objetos e passa de uma mão para a outra. Ele explora com as mãos e com a boca. As brincadeiras podem durar um pouco mais.

4. Cesta dos tesouros

Monte uma cesta com objetos seguros de materiais diferentes: uma colher de madeira, uma bola de tecido, uma esponja nova e uma escova macia. Sente o bebê perto e deixe que ele escolha.

Não precisa ensinar nada. Observe o que ele pega, como cheira e que som faz. Troque os objetos de vez em quando.

5. Garrafas sensoriais

Em uma garrafa transparente, coloque água, glitter e miçangas grandes. Feche com cola e fita. O bebê vai rolar a garrafa e acompanhar o movimento com os olhos.

Teste antes: sacuda, vire e confira se nada escapa. Troque as cores para manter o interesse.

6. Painel de texturas

Cole em um papelão pedaços de tecido, esponja e papel craft. Escolha materiais macios, ásperos e lisos. Apoie o painel na parede ou no chão, ao alcance do bebê sentado.

Enquanto ele toca, converse: "isso é macio", "isso é áspero". Também vale contar histórias para bebês sobre as texturas. Confira sempre se nada se soltou do painel.

De 1 a 2 anos: atividades sensoriais para bebês de 1 a 2 anos

O bebê anda, agacha, aperta e joga. Ele quer repetir, encaixar e fazer bagunça. Dê espaço para isso, com limites claros.

7. Caixa de arroz

Use uma caixa grande com arroz cru, colheres, potinhos e pequenos brinquedos. Sente-se junto e mostre como despejar e enterrar os objetos.

Os grãos pequenos podem ir à boca. Se ele insistir em levar à boca, encerre a brincadeira e escolha outro material.

8. Saco sensorial

Coloque gel incolor e pequenos objetos coloridos dentro de um saco grosso e resistente. Vede com fita e cole em uma janela ou no chão. O bebê aperta, vê as formas mudando e percebe a textura.

Verifique o saco antes e depois de usar. Se houver vazamento, descarte.

De 2 a 3 anos: atividades sensoriais para bebês de 2 a 3 anos

A criança já entende pedidos simples e gosta de ajudar. Ela quer fazer sozinha. Use isso a seu favor.

9. Transferir e separar

Encha uma bacia com água e coloque objetos que flutuam. Peça para a criança passar os objetos para outra bacia com uma concha ou uma esponja. Em outra versão, separe bolinhas e pedaços de esponja em potes diferentes.

Ela treina a coordenação das mãos e a atenção. Com água, o adulto fica sempre junto.

10. Explorar a natureza

Leve a criança para a grama, a areia ou a terra. Deixe que ela toque folhas, pedras e troncos de árvore. Converse sobre o que ela sente: áspero, gelado, macio.

Essa ideia funciona em qualquer idade. Basta cuidar do sol, dos insetos e dos objetos pequenos do chão.

Como o berçário trabalha os sentidos no dia a dia

Na Floresta Encantada, no Taquaral, em Campinas, o berçário recebe bebês a partir de 4 meses e foi pensado para respeitar o ritmo de cada um. A rotina combina cuidados, afeto, estímulos e descobertas. As propostas favorecem o desenvolvimento motor, cognitivo, sensorial e emocional por meio de brincadeiras, músicas, histórias, exploração de diferentes materiais e contato com a natureza.

Os bebês têm brinquedos e materiais pensados para cada fase. A equipe acompanha cada descoberta de perto e adapta as propostas ao que cada criança mostra que está pronta para fazer.

Quer conhecer o espaço? Veja a página do berçário em Campinas.

Quando conversar com o pediatra

A orientação do pediatra vem sempre em primeiro lugar. Se tiver qualquer dúvida sobre o desenvolvimento do seu filho, marque uma consulta antes de insistir em uma brincadeira.

As atividades sensoriais não substituem o acompanhamento de saúde. O pediatra acompanha o desenvolvimento do seu filho e usa a Caderneta da Criança para registrar cada etapa.

Converse com ele se notar que o bebê perdeu habilidades que já tinha, parece não reagir a sons ou quase não faz contato visual. Cada bebê tem seu ritmo, e comparar com outras crianças raramente ajuda. Este texto é informativo e não substitui uma avaliação profissional.

Brincar com os sentidos é abrir a porta do mundo

Você viu que não é preciso muito para estimular um bebê. Uma cesta, uma garrafa bem fechada, um passeio na grama e a sua atenção já fazem uma tarde diferente.

Escolha uma ideia desta lista e experimente hoje. Depois, observe o que o seu filho mais gostou e repita. E, se quiser continuar por aqui, veja mais conteúdos como este no blog da Floresta Encantada. Será um prazer acompanhar a sua família nessa descoberta.

Bolsa maternidade: o que levar para a mãe, o bebê e o acompanhante

Bolsa maternidade: o que levar para a mãe e o bebê

Uma lista prática para chegar à maternidade tranquila, com o essencial organizado

Faltando poucas semanas para o nascimento, é comum olhar para a bolsa e pensar: será que estou esquecendo alguma coisa? Essa dúvida é normal, principalmente para quem espera o primeiro filho. Muita gente também teme levar coisas demais ou de menos.

A boa notícia é que a bolsa maternidade não precisa ser complicada. Neste guia, você vai ver o que levar para o bebê, para a mãe e para o acompanhante, além de dicas para organizar tudo com calma. Ele serve como ponto de partida. A regra mais importante é seguir a lista da maternidade onde o bebê vai nascer, porque cada hospital tem as suas orientações.

Quando arrumar a bolsa maternidade

Não existe um prazo único. Alguns materiais indicam arrumar meses antes, outros sugerem deixar tudo pronto algumas semanas antes da data prevista. O que ajuda de verdade é não deixar para a última hora.

Uma boa ideia é começar a separar as peças aos poucos, lavar as roupas do bebê e deixar a bolsa perto da porta quando a gestação estiver mais avançada. Se o seu médico avisar que o parto pode acontecer antes do esperado, adiante a organização. Na dúvida, pergunte ao obstetra qual é o melhor momento para o seu caso.

Documentos e itens que não podem faltar

Antes de pensar em roupinhas, confira os papéis. Segundo a Caderneta da Gestante, do Ministério da Saúde, vale levar:

  • documento de identidade ou certidão de nascimento;
  • Cartão do SUS, se você tiver;
  • a própria Caderneta ou o cartão da gestante, com as informações do pré-natal.

Se você tem plano de saúde, leve também a carteirinha e a guia ou autorização, caso a maternidade peça. Deixe tudo numa pasta ou envelope, em um bolso fácil de abrir. Assim, ninguém precisa revirar a bolsa na hora da chegada.

Também vale perguntar à equipe do pré-natal qual é a sua maternidade de referência. A mesma Caderneta informa que a gestante pode conhecer esse local antes do parto. Fazer essa visita ajuda a diminuir a ansiedade e a saber exatamente para onde ir.

O que levar na bolsa maternidade do bebê

A bolsa do bebê costuma ser a que mais empolga a família. Para não exagerar, pense em praticidade.

Roupas

Uma dica que muitas mães acham útil é separar as roupas por troca. Cada conjunto vai em um saquinho com zíper ou em uma sacola pequena. Dentro dele, ficam as peças que o bebê vai usar de uma vez, como body, macacão, meia e luva. Na hora da troca, basta pegar um saquinho.

Como ninguém sabe ao certo o tamanho do bebê ao nascer, leve peças de tamanhos diferentes. Misture roupas RN e P, por exemplo. Prefira tecidos macios e confortáveis. Lembre-se também de lavar as roupas antes, com sabão neutro, conforme a orientação do pediatra.

Quantas trocas levar? Isso varia. Algumas maternidades informam o número de peças que desejam ver na bolsa, então confirme antes de comprar em excesso.

Fraldas, mantas e roupa de saída

Além das roupas do dia a dia, leve:

  • fraldas, no tamanho recém-nascido, se a maternidade permitir;
  • fraldas de boca ou paninhos;
  • uma ou duas mantas ou cobertores, de acordo com a época do ano;
  • touca, e a roupa especial de saída, se a família quiser;
  • o assento ou bebê conforto para o carro, que será necessário no trajeto de volta para casa.

Algumas maternidades fornecem fraldas e outras pedem que a família traga. Por isso, pergunte antes.

Higiene do bebê

Os itens de higiene mudam bastante de uma maternidade para outra. Em geral, a equipe orienta o que usar nos primeiros dias. Antes de comprar muita coisa, converse com o pediatra sobre os cuidados com a pele e o coto umbilical. Se quiser levar algo, escolha poucas peças e leve em embalagens pequenas.

O que levar na bolsa maternidade da mãe

A Caderneta da Gestante lembra de roupas confortáveis, absorventes e itens de higiene pessoal. Com isso em mente, monte uma lista simples:

  • camisolas ou pijamas abertos na frente, que facilitam a amamentação;
  • roupas íntimas confortáveis;
  • absorventes próprios para o pós-parto;
  • chinelo e meias;
  • itens de higiene, como escova de dentes, pasta, sabonete, xampu e prendedor de cabelo;
  • sutiã de amamentação, se você pretende amamentar;
  • roupa leve e confortável para voltar para casa;
  • carregador de celular, de preferência com fio longo.

Leve também um lanchinho, se a maternidade permitir. Depois de muitas horas de espera, um alimento leve pode ajudar. Pergunte antes se há restrições.

O pós-parto traz cansaço, sono e emoção. Por isso, escolha roupas que não apertem e que não exijam esforço para vestir. Coloque na bolsa só o que você usaria de verdade em uma internação.

O que levar para o acompanhante

A Caderneta da Gestante informa que a mulher tem direito a um acompanhante de sua escolha durante a internação para o parto. No SUS, a Lei nº 11.108/2005 garante esse direito no trabalho de parto, no parto e no pós-parto imediato. Em maternidades particulares, vale confirmar as regras com o hospital.

Quem acompanha também precisa estar confortável. Uma bolsa pequena costuma bastar, com:

  • documento de identidade;
  • roupa extra e uma blusa, porque o ambiente pode ser frio;
  • itens básicos de higiene;
  • carregador de celular;
  • água e algo leve para comer, se for permitido;
  • dinheiro ou cartão para pequenas despesas.

Combine com a pessoa escolhida quem será responsável por buscar a bolsa, se ela ficar em casa. Isso evita correria na hora H.

Como organizar a bolsa para facilitar a sua vida

Não é só o que entra na bolsa que importa. A forma como você organiza também faz diferença, principalmente em um momento de emoção e pressa.

Vale pensar em duas ou três bolsas, em vez de uma só. Uma pode ser do bebê, outra da mãe e uma terceira pequena, do acompanhante. Assim, cada pessoa encontra suas coisas sem precisar abrir tudo. Se preferir uma bolsa única, use divisórias, nécessaires e saquinhos transparentes, para enxergar o conteúdo.

Outra dica é montar uma lista no celular ou no papel e marcar cada item conforme ele entra na bolsa. Deixe uma pequena lista do que ainda precisa ser colocado no último momento, como celular, carregador e documentos. Colar um bilhete na porta de casa pode salvar na correria.

Por fim, escolha uma bolsa resistente e fácil de carregar. Mochilas costumam ser mais práticas do que malas rígidas, porque deixam as mãos livres. Se o parto for de madrugada, você vai agradecer por ter tudo no lugar.

O que perguntar à maternidade antes de fechar a mala

Na consulta do pré-natal ou na visita à maternidade, aproveite para tirar dúvidas. Perguntas simples evitam gastos e excesso de peso. Vale perguntar:

  • A maternidade tem uma lista oficial de itens?
  • Quantas trocas de roupa para o bebê são necessárias?
  • Fraldas e itens de higiene são fornecidos ou precisam ser levados?
  • Quais são as regras de visitas e acompanhantes?
  • Há limite de bagagem no quarto?
  • Qual é o tempo médio de internação?

Anote as respostas. Elas vão guiar a sua lista final.

O que dá para deixar em casa

Muita gente leva coisas que acabam sem uso. Em geral, você pode deixar em casa:

  • roupas demais para o bebê, porque alguém pode buscar o que faltar;
  • produtos de higiene em grande quantidade;
  • enfeites e acessórios que atrapalham as trocas;
  • objetos de valor, como joias.

Uma lista enxuta passa mais tranquilidade. Se faltar algo, a família ajuda a levar depois.

Bolsa pronta, coração mais leve

Arrumar a bolsa maternidade é uma forma de se preparar para a chegada do bebê. Faça com calma, sem comparar a sua lista com a de outras mães. Cada família, cada maternidade e cada bebê têm as suas necessidades.

Quando a bolsa estiver pronta, aproveite para descansar. Os próximos dias serão de descobertas, e a rotina da casa vai mudar. Se quiser ler sobre a gravidez e os primeiros cuidados com o bebê, leia também o artigo sobre alimentação na gravidez.

A Floresta Encantada é um berçário particular em Campinas e acompanha de perto as famílias nessa fase de descobertas. Se você quer continuar acompanhando conteúdos como este, Veja mais dicas para mamães no blog da Floresta Encantada. Será um prazer ter você por aqui.

Alimentação na gravidez: o que comer para o desenvolvimento saudável do bebê?

Alimentação de Gestantes para bom desenvolvimento do bebê

Nutrição para gestantes: o que comer, o que evitar e os hábitos que favorecem o desenvolvimento do bebê

A gravidez é uma fase de muitas descobertas, mudanças e expectativas. Entre consultas de pré-natal, preparação do quarto e escolha dos primeiros itens do bebê, uma dúvida costuma aparecer com frequência: o que comer durante a gravidez para ajudar no desenvolvimento saudável do bebê?

A alimentação da gestante tem um papel muito importante nesse período. É por meio dos nutrientes fornecidos pela mãe que o bebê recebe parte da matéria-prima necessária para crescer, formar seus órgãos, desenvolver o sistema nervoso e se preparar para a vida fora do útero.

Isso não significa que a futura mãe precise fazer uma dieta perfeita ou comer por dois. O mais importante é ter uma alimentação variada, equilibrada e rica em nutrientes.

Segundo orientações do Johns Hopkins Medicine e de especialistas do Hospital Israelita Albert Einstein, uma boa alimentação durante a gestação deve incluir proteínas, frutas, verduras, legumes, cereais integrais, boas fontes de cálcio, ferro e outros nutrientes essenciais para a saúde da mãe e do bebê.

Mais do que pensar em quantidade, o segredo está na qualidade dos alimentos escolhidos diariamente.

Por que a alimentação na gravidez é importante para o desenvolvimento do bebê?

Durante a gestação, o corpo da mulher passa por grandes adaptações para sustentar o crescimento do bebê. A placenta funciona como uma ponte entre mãe e filho, levando oxigênio e nutrientes fundamentais para o desenvolvimento fetal.

Uma alimentação adequada contribui para:

• formação e desenvolvimento do cérebro do bebê;

• crescimento dos tecidos e órgãos;

• formação dos ossos e dentes;

• produção adequada de sangue;

• manutenção da saúde da gestante durante a gravidez.

O primeiro trimestre merece uma atenção especial, pois é uma fase marcada pela formação inicial do bebê, incluindo estruturas importantes do sistema nervoso.

Por isso, nutrientes como o ácido fólico têm papel fundamental desde antes da gravidez e nas primeiras semanas de gestação. Muitas vezes, a mulher ainda nem descobriu que está grávida quando essa fase de desenvolvimento já começou.

Além disso, uma alimentação equilibrada também ajuda a prevenir problemas como anemia, ganho de peso inadequado e algumas complicações gestacionais.

Como cada gestação possui características próprias, o acompanhamento com obstetra e, quando necessário, nutricionista, é sempre a melhor forma de receber orientações personalizadas.

Quais nutrientes são essenciais para o desenvolvimento do bebê?

Uma alimentação saudável na gravidez não depende de um único alimento milagroso. O desenvolvimento do bebê acontece a partir da combinação de diversos nutrientes.

Cada grupo alimentar oferece componentes importantes para essa fase.

Ácido fólico: um nutriente essencial no início da gestação

O ácido fólico, também chamado de folato, é um dos nutrientes mais conhecidos quando falamos em gravidez.

Ele participa da formação do tubo neural do bebê, uma estrutura que dará origem ao cérebro e à medula espinhal.

Por isso, a ingestão adequada desse nutriente é especialmente importante nas primeiras semanas de gestação.

Alguns alimentos ricos em ácido fólico são:

• espinafre e outras folhas verde-escuras;

• brócolis;

• couve;

• feijão;

• lentilha;

• frutas cítricas.

Mesmo com uma alimentação saudável, muitas gestantes recebem indicação de suplementação de ácido fólico pelo profissional que acompanha o pré-natal.

Ferro: importante para levar oxigênio para mãe e bebê

Durante a gravidez, a necessidade de ferro aumenta. Esse mineral participa da formação da hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio no sangue.

A falta de ferro pode favorecer a anemia, uma condição que merece atenção durante a gestação.

Boas fontes de ferro incluem:

• carnes magras;

• feijão;

• lentilha;

• grão-de-bico;

• ovos;

• folhas verde-escuras.

Uma dica importante é combinar alimentos ricos em ferro com fontes de vitamina C, como laranja e outras frutas cítricas, pois isso pode favorecer a absorção desse mineral pelo organismo.

Cálcio: fundamental para ossos e dentes

O cálcio participa da formação dos ossos e dentes do bebê e também é importante para a manutenção da saúde da mãe.

As principais fontes incluem:

• leite;

• iogurte;

• queijos pasteurizados;

• vegetais verde-escuros;

• sementes como gergelim.

Os derivados do leite também fornecem outros nutrientes importantes para a gestação, como proteínas e vitaminas.

Ômega 3: aliado do desenvolvimento cerebral

O ômega 3, especialmente o DHA, é um tipo de gordura associado ao desenvolvimento do cérebro e da visão do bebê.

Entre os alimentos que fornecem esse nutriente estão:

• sardinha;

• salmão;

• outros peixes com baixo teor de mercúrio;

• chia;

• linhaça;

• nozes.

Os peixes podem fazer parte da alimentação da gestante, mas devem ser consumidos sempre bem cozidos. Peixes crus devem ser evitados devido ao risco de contaminação.

Proteínas: a matéria-prima para o crescimento do bebê

As proteínas participam da formação dos tecidos e do crescimento do bebê.

Elas podem ser encontradas em alimentos como:

• carnes;

• frango;

• peixes;

• ovos;

• leite e derivados;

• feijão;

• lentilha;

• grão-de-bico.

Uma alimentação com boas fontes de proteína ajuda a garantir os nutrientes necessários para essa fase de intenso desenvolvimento.

Fibras e água: importantes para o conforto da gestante

Durante a gravidez, é comum que muitas mulheres enfrentem prisão de ventre e alterações no funcionamento intestinal.

As fibras ajudam nesse processo e podem ser encontradas em:

• frutas;

• verduras;

• legumes;

• aveia;

• arroz integral;

• sementes como chia e linhaça.

A hidratação também merece atenção. Beber água ao longo do dia contribui para o funcionamento do organismo e ajuda a atender às novas necessidades da gestação.

O que comer durante a gravidez?

Uma alimentação saudável para gestantes deve ser variada. Quanto maior a diversidade de alimentos naturais no prato, maior a chance de oferecer diferentes nutrientes para o organismo.

Algumas boas escolhas são:

Frutas: banana, mamão, laranja, maçã, morango e outras frutas da preferência da gestante.

Verduras e legumes: principalmente folhas verdes, brócolis, cenoura, abóbora e outros vegetais coloridos.

Proteínas: carnes bem preparadas, ovos, peixes seguros, leite, iogurte e leguminosas.

Cereais integrais: aveia, arroz integral, pães integrais e outros alimentos ricos em fibras.

Uma rotina alimentar equilibrada também ajuda a lidar melhor com alguns desconfortos comuns da gravidez.

Em muitos casos, fazer refeições menores ao longo do dia pode ajudar mulheres que apresentam enjoo, azia ou maior sensação de fome.

O que evitar na gravidez?

Alguns cuidados são importantes para reduzir riscos durante a gestação.

Álcool

O consumo de álcool deve ser evitado durante a gravidez. Não existe uma quantidade considerada segura, pois o álcool pode atravessar a placenta e afetar o desenvolvimento do bebê.

Carnes, peixes e ovos crus ou malpassados

Alimentos crus ou pouco cozidos podem aumentar o risco de infecções alimentares.

Entre os exemplos estão:

• carnes malpassadas;

• peixes crus, como alguns preparos de sushi;

• ovos crus ou receitas que utilizam ovos sem cozimento adequado.

Leites e queijos não pasteurizados

Alguns produtos não pasteurizados podem apresentar risco de contaminação por bactérias que podem ser prejudiciais durante a gravidez.

Excesso de cafeína

A cafeína não precisa necessariamente ser eliminada por todas as gestantes, mas seu consumo deve ser moderado.

Café, alguns chás, chocolates e refrigerantes possuem cafeína. O ideal é conversar com o profissional que acompanha a gestação para entender a quantidade adequada para cada caso.

Mitos sobre alimentação na gravidez: verdades e cuidados

Algumas dúvidas passam de geração em geração e podem causar confusão nas futuras mães.

“A grávida precisa comer por dois”

Esse é um dos maiores mitos da gravidez.

A gestante realmente precisa de mais energia e nutrientes, mas isso não significa dobrar a quantidade de comida.

O mais importante é melhorar a qualidade da alimentação.

Como dizem muitos especialistas: durante a gravidez, a mulher não precisa comer por dois, precisa nutrir dois.

“Todo desejo de grávida significa falta de algum nutriente”

Os desejos alimentares são comuns durante a gestação, mas nem sempre significam deficiência nutricional.

Por outro lado, vontades muito diferentes, como desejo persistente de comer substâncias que não são alimentos, podem indicar alterações que precisam ser avaliadas pelo profissional de saúde.

“Grávida não pode comer peixe”

Esse é outro mito.

Alguns peixes são excelentes fontes de ômega 3 e podem contribuir para o desenvolvimento do bebê.

O cuidado está na escolha do peixe, na origem e no preparo correto.

 

Vontades de grávida são reais? Entenda os desejos durante a gestação

Um dos assuntos mais curiosos durante a gravidez são os famosos desejos de grávida. Quem nunca ouviu uma história de uma gestante que acordou no meio da noite querendo uma comida específica ou que teve uma vontade completamente inesperada?

Esses desejos realmente podem acontecer. Durante a gestação, as mudanças hormonais podem alterar o paladar, o olfato e a forma como a mulher percebe alguns sabores e cheiros. Por isso, é comum que determinados alimentos passem a parecer muito mais atraentes do que antes da gravidez.

Mas existe um detalhe curioso: a gravidez também ganhou fama por causa dos exageros das histórias contadas por famílias ao longo dos anos. Tem marido que já recebeu a missão de encontrar um doce específico em plena noite de domingo, como se estivesse participando de uma competição de resistência. Outros já ouviram o famoso pedido: “eu preciso urgentemente de um bolo inteiro”, quando talvez algumas fatias já resolvessem a vontade.

Brincadeiras à parte, sentir vontade de comer um doce, uma fruta ou um alimento específico não significa que a gestante precise consumir grandes quantidades. A alimentação na gravidez continua precisando de equilíbrio, variedade e bons nutrientes para favorecer o desenvolvimento saudável do bebê.

Também é importante lembrar que nem todo desejo tem um significado especial. Algumas pessoas acreditam que a vontade por determinado alimento revela o sexo do bebê ou indica exatamente algum nutriente que está faltando, mas não existem comprovações científicas para essas relações.

Veja alguns exemplos de crenças populares sobre desejos de grávidas:

Dizem que a grávida quer…A crença popular diz que significa…O que sabemos de verdade
Lamber ou comer tijolo, terra ou barroQue é apenas uma vontade estranha da gravidez ou até que o bebê será “forte”Desejos por substâncias que não são alimentos podem estar relacionados à picamalácia, uma condição que merece avaliação profissional e pode estar associada a deficiências nutricionais, como falta de ferro.
Comer muito pepino ou alimentos azedosQue o bebê será meninoNão existe comprovação científica. Mudanças hormonais podem alterar o paladar e aumentar a vontade por determinados sabores.
Vontade de comer muitos docesQue o bebê será menina ou que o corpo está “pedindo açúcar”A vontade de doces é comum durante a gravidez, mas não revela o sexo do bebê nem significa que seja necessário exagerar no consumo.
Comer chocolate com frequênciaQue existe alguma necessidade específica do bebêO chocolate pode ser desejado pelo sabor, pelo conforto emocional ou pelas mudanças de preferência alimentar. O ideal é consumir com equilíbrio.
Combinar alimentos diferentes, como doce com salgadoQue a criança terá uma personalidade forteEssas combinações são comuns durante a gravidez e geralmente estão relacionadas às alterações de paladar e olfato.

 

Agora, uma coisa é a futura mamãe ter vontade de comer um pedaço de bolo. Outra é anunciar às 23h que precisa urgentemente de um caminhão de brigadeiros e colocar o futuro papai em uma verdadeira missão de resgate pela cidade. Nesse caso, talvez a ciência explique menos do que o amor, a parceria e aquele famoso “melhor não contrariar uma gestante”.

Falando sério, desejos alimentares fazem parte da experiência de muitas gestantes e, na maioria das vezes, não representam um problema. O ponto de atenção está quando a vontade envolve substâncias que não são alimentos, como terra, barro, gelo em excesso ou outros materiais. Nesses casos, é importante conversar com o obstetra para investigar possíveis alterações nutricionais.

A melhor escolha durante a gravidez continua sendo uma alimentação variada, rica em nutrientes e acompanhada pelo profissional responsável pelo pré-natal.

 

Hábitos saudáveis que complementam a alimentação na gravidez

Além da alimentação, outros cuidados ajudam a tornar a gestação mais saudável:

• manter o acompanhamento do pré-natal;

• beber água regularmente;

• evitar longos períodos sem se alimentar quando isso causa desconforto;

• dormir adequadamente;

• praticar atividades físicas somente com orientação profissional.

A chegada de um bebê começa muito antes do nascimento. Cada escolha feita durante a gravidez representa uma oportunidade de cuidado e preparação para essa nova fase.

Uma alimentação equilibrada é uma das primeiras formas de carinho que a mãe oferece ao filho.

E quando esse bebê finalmente chega, começa uma nova jornada cheia de descobertas, aprendizados e muitos momentos especiais. Para continuar acompanhando conteúdos sobre desenvolvimento infantil, cuidados com os pequenos e tudo que envolve a preparação para a chegada de um filho, continue explorando o blog da Floresta Encantada. Afinal, criar uma criança é uma aventura e, como toda boa aventura, quanto mais preparados estamos, mais bonita fica a caminhada.

 

Referências

Como criar filhos mais inteligentes? Dicas para estimular a inteligência da criança

Aumente a inteligência do seu Bebê

Todo pai e mãe deseja ver o filho crescer saudável, feliz e preparado para aprender. Por isso, uma dúvida muito comum é: como criar filhos mais inteligentes? A boa notícia é que a ciência mostra que inteligência não depende apenas da genética. Os primeiros anos de vida são um período de intensa formação do cérebro, e as experiências vividas nessa fase têm grande influência no desenvolvimento infantil.Continue reading

Creche particular perto de mim: como escolher a melhor opção para seu filho em Campinas

Creche particular perto de mim

Quando os pais pesquisam por uma creche particular perto de mim, normalmente estão vivendo um momento importante da vida da família. Seja pela volta ao trabalho, pela necessidade de um berçário ou pelo início da educação infantil, escolher a escola certa exige muito mais do que encontrar a opção mais próxima.

É natural priorizar a localização. Uma creche próxima reduz o tempo de deslocamento, facilita a rotina e permite que a criança passe mais tempo com a família. Porém, esse não deve ser o único critério.Continue reading

Storytelling: Como ler e narrar histórias para bebês

Storytelling para Bebês

Leitura e narração de histórias com bebês e crianças é uma fonte de estimulo sem limites.

Veja essas dicas torne-se um super contador de histórias para seus pequenos

Ler e contar histórias com bebês e crianças é uma das formas mais antigas de ensino e aprendizado. Promove o desenvolvimento do cérebro e da imaginação, desenvolve a linguagem e as emoções, e fortalece as relações.

Na contação de histórias você pode ler, estimular o olhar com livrinhos ilustrados, cantar canções, atuar ou contar pequenas histórias com cultura, moral, estimulando pensamentos, comportamentos, vocabulário e a inteligência. Bebês e crianças pequenas muitas vezes gostam de livros, canções e histórias com boa rima, ritmo e repetição.

Seu bebê não tem que desfrutar dos benefícios da leitura somente na escolinha. Todo momento é um bom momento para um livro ou uma história! Tente compartilhar pelo menos um livro ou história a cada dia.

Acompanhe este artigo completo ou clique nos links abaixo e revele em você um grande potencial como contador de histórias. Seu bebê só tem a ganhar!

↓ Por que a leitura é importante para bebês e crianças pequenas

↓ Narração de histórias e canções

↓ Leitura para seu filho em outros idiomas

↓ Quando ler, cantar e contar histórias com seu filho

↓ Dicas para compartilhar livros com bebês e crianças pequenas

↓ Que tipos de livros para ler com seu filho

↓ Usando uma biblioteca

↓ Posso usar um Audiobook com meu filho?

Por que a leitura é importante para bebês e crianças pequenas


Compartilhar histórias, falar e cantar todos os dias ajuda o desenvolvimento de seu filho de muitas maneiras.

Ler e compartilhar histórias pode:

  • ajudar seu filho a conhecer sons, palavras e linguagem, e desenvolver habilidades de alfabetização precoce
  • aprender a valorizar livros e histórias
  • desperte a imaginação de seu filho e estimule a curiosidade
  • ajudar a desenvolver o cérebro, a capacidade de concentração, a habilidade de concentração, as habilidades sociais e de comunicação de seu filho
  • ajude seu filho a aprender a diferença entre ‘real’ e ‘faz-de-conta’.
  • ajude seu filho a compreender eventos novos ou assustadores, e as fortes emoções que os acompanham

Ajude seu filho a aprender sobre o mundo, sua própria cultura e outras culturas.

Compartilhar histórias com seu filho não significa que você tenha que ler a partir do livro.

Apenas olhando os livros com seu filho e falando sobre eles, você pode ser um grande contador de histórias e um bom modelo para usar a linguagem e os livros. Seu filho aprenderá vendo você segurar um livro da maneira correta e vendo como você se move através do livro, girando suavemente as páginas.

A leitura de histórias com crianças também traz benefícios para os adultos. O tempo especial que vocês passam lendo juntos promove a união e ajuda a construir seu relacionamento com seu filho.

* Você pode começar a ler em voz alta para seu bebê tão cedo quanto quiser – quanto mais cedo, melhor. Seu bebê vai adorar ser segurado em seus braços, ouvir sua voz, ouvir rimas e ritmos, e olhar para as fotos.

Narração de histórias e canções


A leitura não é a única maneira de ajudar no desenvolvimento da língua e da alfabetização de seu filho.

Contar histórias, cantar canções e dizer rimas juntos também são ótimas atividades para a alfabetização precoce – e seu filho provavelmente terá muita diversão ao mesmo tempo. Às vezes, seu filho pode gostar mais dessas atividades do que de ler.

Você e seu filho talvez queiram inventar suas próprias histórias ou compartilhar histórias familiares. Seu filho aprenderá palavras e desenvolverá habilidades linguísticas a partir das canções, histórias e conversas que vocês compartilham juntos.

Leitura para seu filho em outros idiomas

Você pode ler, cantar e contar histórias com seu filho em qualquer língua que você se sinta mais à vontade para falar.

Usar um idioma com o qual você se sinta confortável ajuda você a se comunicar mais facilmente. Também ajuda a tornar a leitura, o canto e a narração de histórias mais divertidas para você e seu filho. Seu filho ainda aprenderá que as palavras são compostas de diferentes letras, sílabas e sons, e que as palavras geralmente se ligam às figuras da página.

Não se preocupe se o inglês não for a primeira língua de seu filho. Ser bilíngue realmente ajuda seu filho a aprender inglês quando ele começa a brincar em grupo, no jardim de infância ou na escola.

Os livros em dois idiomas são um grande recurso e muitos livros infantis são publicados em dois idiomas. Se você fala uma língua diferente do inglês em casa, ler livros em dois idiomas com seu filho também pode ajudá-lo a se familiarizar mais com o inglês.

Outra opção é ler um livro em voz alta em inglês ou ouvir um livro de áudio em inglês e depois falar sobre a história com seu filho em qualquer língua que lhe pareça mais confortável.

* Se quiser, você pode falar sobre as figuras do livro em vez de ler as palavras. Você e seu filho poderiam inventar uma história juntos? Façam o que puderem e o quanto se sentirem à vontade.

 

Quando ler, cantar e contar histórias com seu filho?

Hora de dormir, hora do banho, hora do penico, no trem, no ônibus, no carro indo para o berçário, no parque, no carrinho, no berço, quando você está na sala de espera do pediatra… qualquer hora é uma boa hora para uma história! Você pode fazer dos livros parte de sua rotina diária. Leve-os consigo para compartilhar e desfrutar em qualquer lugar.

Não encontre tempo para compartilhar uma história com seu bebê. Se não conseguiu criar a oportunidade ideal, encaixe a leitura no tempo que você tem.

Outra coisa importante é saber quando parar de ler a historinha. Preste atenção à reação de seu filho à história e pare se ele não estiver gostando desta vez ou estiver entediado. Você tentar um livro, canção ou história em algum outro momento.

Não estou com um livro, e agora?

Se você não tiver um livro ou não puder inventar uma história na hora, não se preocupe. Há muitas outras maneiras de você e seu filho poderem compartilhar cartas, palavras e imagens. Por exemplo, você pode olhar:

  • Embalagens em casa ou no supermercado, especialmente embalagens de alimentos
  • Roupas – o que diz na camiseta? Qual a cor da camiseta?
  • Cartas e notas – o que dizem? Quem as enviou?
  • Cartazes ou placas em lojas, ou em ônibus e trens – assinale cartazes que tenham as mesmas letras que o nome de seu filho
  • Cardápios – pode ser divertido para as crianças mais velhas olhar os menus e descobrir o que elas querem comer.

Pode ser uma brincadeira divertida pronunciar palavras estranhas ao vocabulário deles, ao mesmo tempo bastante estimulativa.

 

Dicas para compartilhar livros com bebês e crianças pequenas

Tente com força, criar uma rotina e compartilhar pelo menos um livro por dia.

Sentem-se em uma cadeira de leitura, ou mesmo na cama, onde ambos se sintam à vontade pode se tornar parte de sua rotina de leitura.

Lembre-se que a criança reage aos mesmos estímulos que você. Se ele estiver deitado no momento da leitura provavelmente pegará no sono, ou se o livro for agitado, vai despertar de vez. Tenha em mente na hora de escolher o lugar se o momento e o livro são propícios para leitura nesta ou naquela posição.

Desligue a TV, o podcast e todas as telas, coloque seu telefone em silêncio e encontre um lugar calmo para ler para que seu filho possa ouvir sua voz.

Procure uma posição que mantenham o contato visual entre vocês e com o livro. É interessante que o bebê veja como você articula as palavras.

Experimente ruídos e sons engraçados – brinque e divirta-se!

Envolva seu filho encorajando-o a falar sobre as imagens, e repetindo palavras e frases familiares.

Deixe seu filho escolher os livros quando ele tiver idade suficiente para começar a perguntar – e esteja preparado para ler os livros preferidos de seu filho uma e outra vez!

Se você tem filhos mais velhos, eles podem compartilhar livros com seus filhos mais novos, ou vocês podem ler todos juntos. Revezar, fazer perguntas e ouvir as respostas são habilidades importantes que ajudarão as crianças quando elas começarem a aprender a ler.

Alguns minutos por vez é o suficiente – você nem sempre precisa terminar o livro. À medida que as crianças crescem, elas geralmente podem ouvir por mais tempo.

Que tipos de livros posso ler com meu filho?

Como regra geral, as crianças pequenas gostam frequentemente de livros, canções e histórias que têm boa rima, ritmo e repetição. Na verdade, uma das maneiras que as crianças aprendem é através da repetição e da rima.

Escolha livros que sejam do tamanho certo para seu filho e que correspondam aos interesses mutáveis de seu filho.

Você também pode variar os livros e materiais impressos que você lê. Livros com imagens, livros eletrônicos, revistas, manuais de instrução, guias de TV e cartas podem ser interessantes e envolventes para seu filho.

Se você estiver interessado em livros eletrônicos (e-books), procure por livros sem jogos ou animações que o distraiam. E é importante desfrutar dos e-books juntos com seu filho, em vez de deixar seu filho sozinho com um dispositivo. Com o aparelho na mão, fica mais fácil que seu filho se desconcentre e inicie uma atividade mais agitada no celular ou tablet.

Se você quiser experimentar novos livros ou revistas sem muito custo, você poderia organizar trocas de livros com amigos, ou com outros pais em seu grupo de pais ou centro de primeira infância.

Bibliotecas

As bibliotecas têm muito a oferecer. Ir a uma biblioteca junto com seu filho pode ser parte do aprendizado e do amor aos livros.

É possível que clubes e associações ou no condomínio que você já faz parte, tenha uma biblioteca e você nem saiba. Se não tiver, é uma ótima oportunidade para organizar uma biblioteca, fazer amizade com outros pais e juntar a criançada para brincar.

Muitos dos livrinhos são lidos somente uma vez. Em uma biblioteca você pode economizar e emprestar grandes livros infantis de graça. Isto significa que você pode ter muitos livros em sua casa para que seu filho possa explorar – e não lhe custará nem um real.

Levar seu filho à biblioteca e deixá-lo escolher seus próprios livros pode ser uma aventura divertida. Você pode conversar e planejar a ida à biblioteca com seu filho e animá-lo com a experiência.

Você poderia perguntar ao seu filho, por exemplo:

  • Quantos livros você vai escolher?
  • Quantos livros você pode encontrar por seu autor favorito?
  • Você vai pedir emprestados livros que contenham animais?
  • Você tem um livro favorito que gostaria de pedir emprestado novamente?
  • Quantos dias faltam para irmos novamente à biblioteca?

 

As bibliotecas geralmente têm livros em áudio, livros em dois idiomas, livros eletrônicos e revistas. Você pode ouvir livros em áudio no carro ou como uma família em casa, juntos.

Audiolivros para bebês

Nas primeiras fases do bebê, o foco dele está na mãe ou no contador da história. Com o passar do tempo essa atenção passa a ser na historinha em si.

No começo as expressões faciais, as caretas, o articular das palavras e a interação do pai e da criança, fazer o barulho do leão enquanto avança com as garras, encaixar perguntas tipo “Para onde ela vai?”, “Que medo do lobo”, são tão importantes quanto a própria história e ajudam a prender a atenção dos pequeninos.

Conforme o tempo vai passando você pode ir inserindo o audiolivro, escutando junto, ajudando no entendimento da história e aumentando cada vez mais a autonomia da criança.

Lembre-se: O mais importante é o tempo de qualidade passado juntos!

Hábitos Básicos para serem ensinados à crianças dos 0 aos 4 anos

Hábitos para serem desenvolvidos em bebês

4 hábitos básicos para serem estimulados em crianças desde bem cedo

Os 4 hábitos básicos, para crianças dos 0 aos 4 anos, é um conhecimento essencial para passarmos aos nossos filhos com o objetivo de  criarmos crianças saudáveis, estáveis e seguras.

Nos dias de hoje, o excesso de informações muitas vezes nos deixam ansiosos quanto ao que priorizar em relação ao ensino dos bebês, mas a coisa é mais simples do que parece.

Agora não é hora de ensinar Camões e Shakespeare e nem ensinar os 1001 hábitos para criar bebês eficazes, mas de ensinar apenas 4 hábitos bem simples:

Alimentação, Descanso, Higiene e Organização

Nossos filhos precisam habituar-se a comer bem.

Comer de tudo, incluindo verduras e legumes. Quanto mais colorido o prato, melhor.

Conforme as crianças crescem, podem surgir resistências, e aí os pais são convidados a usar de criatividade para negociar com os filhos que comam porções também daquilo que não gostam. Os pais devem exigir, mas não forçar “goela abaixo”.

A criança precisa aprender descansar

Criança que não dorme não deixa a família dormir. E se a família não dorme, é caos. Por isso prioridade total aqui.

Durante a fase de amamentação, bebês acordam bastante. Mesmo assim você já deve ir estabelecendo um ritual para diferenciarem o dia da noite. Eles precisam saber qual é o “seu” local de sono (se cada dia dorme em um local, ficará confuso).

Evite “adormecer” seu filho: ele precisa perceber que é a hora de descansar e dormir por conta própria, ainda que acompanhado de alguém por alguns minutos. Por isso prepare o quarto para ser calmo, sem objetos que estimulam.

Higiene pessoal se ensina desde cedo

Higienizar-se é um hábito que devemos desde cedo. Não é algo natural, precisa ser desenvolvido.

Faça do banho diário um momento de relaxamento e descontração. Escovar os dentes, cortar as unhas, lavar as mãos antes de comer, são práticas que precisam virar rotina.

Crianças organizadas aproveitam melhor seu tempo

Organização significa um lugar e um tempo para cada coisa.

Ordem material: se há muitos brinquedos, eles podem ser organizados em caixas diferentes, por cores, tamanhos e formas. Se a criança larga tudo bagunçado, faça com ela.

Rotina: Acordar, escovar os dentes, Café da manhã, trocar de roupa, brincar, lavar as mãos, almoço, descansar, jantar, leitura, quarto, cama.

Atividades: recolher suas coisinhas, brinquedos na caixa, roupa no cesto, toalhas no lugar.

Ensinar a ordem ajuda as crianças a organizar seu interior e traz segurança e estabilidade.

Pode parecer óbvio…

Pode parecer óbvio, e até mesmo bobo, falarmos nestes hábitos, mas não é incomum observarmos problemas em crianças já crescidas e mesmo adultos por falta ou falha nestes aprendizados, por isso, ATENÇÃO!

Compartilhe com alguém que gostaria de ler esse post!

Protocolos e Cuidados Contra Transmissão do Covid no Berçário e no Infantil

Pós Covid: cuidados para o retorno das atividades presenciais do Berçário e Infantil na Floresta Encantada

Estamos diante de um enorme desafio que é a retomada das nossas rotinas escolares após a pandemia do COVID-19 e, como equipe nos preocupamos com a segurança e qualidade desta retomada, mas sem deixar que ela seja leve e acolhedora.

Na Floresta Encantada higiene e a preocupação relacionada a transmissão de enfermidades entre as crianças sempre foram motivo de cautela.

Longe dos lares, em contato com outras pessoas as crianças ficam mais expostas a patógenos o que pode eventualmente levá-las a pegar alguma doença, principalmente devido aos hábitos naturais de toda criança, como colocar brinquedos e a mão na boca, abraçar o amiguinho, etc.

Por outro lado, sabemos que este contato ajuda a criança a se fortalecer e construir seu próprio sistema auto imune, além de todos os outros benefícios que o contato com outras crianças traz ao indivíduo.

Então, diante da inevitável volta à vida normal, com a liberação das aulas pelas autoridade responsáveis e o retorno dos pais ao trabalho, gostaríamos de destacar os cuidados já em vigor na escola e as novas recomendações que serão adotadas por nossas profissionais e estimuladas nas rotinas dos alunos.

Nossos Cuidados

Na Floresta Encantada tratamos o assunto higiene com atenção especial.

Mesmo antes da pandemia algumas das medidas já faziam parte da nossa rotina outras que serão adotadas a partir do retorno as atividades presenciais, devidamente atualizadas e validadas pelos órgãos responsáveis.

Através de consultoria especializada, nossos colaboradores estão recebendo todo o treinamento e orientação necessárias para cumprimento das normas sanitárias exigidas para a volta às aulas e para os pais elaboramos uma cartilha completa com todos os procedimentos que serão adotados em relação as crianças.

Retornamos com novos aprendizados, e encontraremos um espaço escolar com novas rotinas e cuidados, para isso será necessário um tempo de adaptação.

Berçário:

  • É proibida a entrada de pessoas calçadas nas dependências do berçário e o uso de sapatilha descartável é obrigatório
  • Borrifador de álcool para higienização das mãos em todos os ambientes
  • Piso antitérmico nas áreas destinadas as atividades
  • Berços individuais
  • Kits de higiene e alimentação individuais
  • Esterilização de todos os utensílios em autoclave após o uso
  • Banho de Sol (estimulação da produção natural de vitamina D)
  • Limpeza de todos os brinquedos antes e após o uso
  • Monitoramento diário da temperatura dos bebês
  • Comunicação imediata e maior rigor relacionado à saúde das crianças

Infantil

  • No infantil o uso de máscara será obrigatório para todos os funcionários e alunos e a criança deverá trazer pelo menos 2 trocas por período
  • Os pais receberão uma cartilha com todas as orientações e procedimentos individuais aos alunos
  • Na entrada da escola as crianças serão orientadas em relação ao distanciamento social e passarão por uma triagem para verificação de sinais gripais e temperatura
  • Após a triagem as crianças deverão sanitizar o calçado
  • As crianças deverão higienizar as mãos com álcool em gel na entrada da escola e serão estimuladas a fazê-lo com frequência
  • Dispenser de álcool em gel na entrada das salas
  • Atividades em grupo e refeições ocorrerão com grupos reduzidos
  • O fornecimento de informações às crianças sobre como elas devem se proteger (tossir ou espirrar em um lenço de papel ou na dobra do cotovelo e evitar tocar rosto, olhos, boca e nariz)
  • Serão fixados cartazes com orientações em diversos ambientes
  • A limpeza e desinfecção de edifícios escolares, especialmente instalações de água e saneamento
  • O aumento do fluxo de ar e ventilação de ambientes
  • Maior estímulo por a atividades realizadas ao Sol
  • Maior rigor relacionado à saúde das crianças e sua presença em sala de aula
  • Fornecimento de material de reforço gravado para recuperação de atividades perdidas

Na Floresta Encantada estamos atentos as recomendações mundiais, nacionais e locais de combate ao Corona Vírus e demais doenças, e estamos dispostos a redobrar os esforços com o intuito de proteger nossas crianças.

A educação pode incentivar os alunos a que se tornem defensores da prevenção e do controle de doenças em casa, na escola e na comunidade, conversando com outras pessoas sobre como evitar a propagação de vírus.

Manter operações escolares seguras exige muitas considerações, mas, quando bem feitas, podem promover a saúde pública de toda a sociedade. Outros lugares do mundo já passaram por problemas semelhantes e a exemplo das diretrizes escolares de segurança destes locais esperamos minimizar a transmissão escolar do Covid-19 e de outras doenças.

11 atividades físicas para crianças de 2 a 4 anos fazerem em casa

Conheça algumas atividades físicas e brincadeiras para exercitar seus pequeninos e ainda se divertir com eles em casa!

Se você tem um bebê ou criança com menos de 4 anos em casa, já sabe o quanto essas criaturinhas tem de energia.

Mas você sabia que, por incrível que pareça, crianças desta idade precisam de duas a três horas de atividade física por dia?

Pois é, neste tempo de pandemia e isolamento social, provavelmente elas estão se exercitando menos que o recomendado.

Crianças entre 2 e 4 anos de idade precisam de muito movimento também de muita variedade de movimentos. Por isso, estimulá-las a realizar atividades simples e estruturadas, que as ajudarão se exercitar e também desenvolver habilidades diversificadas.

Conheça 11 atividades divertidas para bebês e crianças para serem praticadas em qualquer momento, local ou horário.

O Mestre Mandou

Embora as regras sejam simples, as opções de movimentação são infinitas. O Mestre Mandou: pular como um canguru, ficar em um pé só, fazer careta, balançar os braços no ar.

Habilidades desenvolvidas: múltiplas.

Caminhada Animal

Dentro ou fora de casa, encoraje seu filho a deslizar como uma cobra, pular como um sapo, galopar como um cavalo, ou andar como um tamanduá de quatro patas.

Habilidades desenvolvidas: saltar, galopar, rastejar.

Esconde, Esconde

Esta brincadeira não precisa nem explicar e as crianças adoram. Aproveite o tempo em casa para brincar de esconde esconde com as crianças e participe você também!

Habilidades desenvolvidas: agilidade

Mantenha o Balão no Ar

Ao ar livre num dia calmo, sem vento, ou dentro, peça aos seus filhos que usem as mãos ou metade de um macarrão de piscina para manter um balão a flutuar. Por quanto tempo eles podem manter o balão fora do chão?

Habilidades desenvolvidas: coordenação motora.

Pular em Poças

Em um dia de calor, depois de regar o jardim ou após um dia de chuva, desafie seus filhos a pularem de poça em poça d´água, se tiver barro melhor ainda. As crianças vão adorar.

Habilidades desenvolvidas: saltar

Fuja do Monstro

As crianças adoram jogos de perseguição, especialmente com seus pais ou alguém da família. Eles riem muito e ficam agitadíssimos. Papai ou Mamãe é o monstro!

Habilidades desenvolvidas: correr, esquivar-se, agilidade.

Empinar Pipa

O momento não poderia ser melhor! Encontre um espaço aberto, praça ou campo de futebol, faça ou compre uma pipa, escolha um dia com um pouco de vento, e saia para ver o seu filho se divertir correndo de um lado pro outro para subir aos céus o novo brinquedo.

Habilidades desenvolvidas: correr

Pista de Equilíbrio

Com uma fita adesiva, giz ou barbante e faça uma pista de equilíbrio para a criança com linhas retas, ziguezagues e curvas para acrescentar um pouco mais de desafio. Incentive sua criança a andar para frente, para trás e de lado em cima da linha.

Habilidades desenvolvidas: equilíbrio.

Jogo da Bolha de Sabão

Coloque um pouco mais de emoção na brincadeira de bolha de sabão promovendo uma competição saudável entre seus filhos ou entre você e seu filho (claro que você tem que deixá-los ganhar uma vez ou outra). Faça as bolhas de sabão com o canudo e estimule as crianças a estourar no menor tempo o maior número possível de bolinhas.

Habilidades desenvolvidas: agilidade.

Aviãozinho de Papel

Existem dezenas de maneiras de fazer aviões de papel. Aprenda com seus filhos no YouTube a fazer alguns modelos diferentes e vejam qual vai mais longe, mais alto, qual faz mais manobras, treine a mira tentando atravessá-los por um bambolê. Super divertido!

Habilidades desenvolvidas: mirar e arremessar.

Pista de Obstáculos

Dentro ou fora de casa, crie um percurso de obstáculos para seu filho. Sob sua supervisão, faça eles rastejarem por baixo das cadeira, subir sobre as mesas, pular sobre cordas, saltar entre objetos da casa, passar por um túnel caixa de papelão, pular por caminhos de almofadas, jogar bolinhas em um cesto de roupa suja, etc.

Habilidades desenvolvidas: agilidade, equilíbrio, coordenação.

Tem mais alguma sugestão? Poste um comentário abaixo!

Conheça os Benefícios da Música para Bebês

desenvolvimento de bebes através da música

A música tem benefícios incríveis, não apenas para os adultos, também para o desenvolvimento da infantil – a partir do útero!

O ritmo é a base de toda a música (e também da linguagem!). Nosso cérebro é programado para localizar padrões e o ritmo se trata exatamente disso.

Os bebês já experimentam seu primeiro ritmo ainda na útero, ouvindo o bater do coração da sua mãe e sentindo o ritmo dos seus passos.

A exposição do bebê a música durante a gravidez e em seu primeiro ano ajudam a desenvolver mais rapidamente o sentido auditivo da criança, o que vai proporcionar a ela uma série de benefícios no decorrer de toda sua vida.

E isto é apenas o começo. Conheça mais alguns benefícios que a musicalização para bebês pode trazer para o desenvolvimento dos seus filhos.

Aulas de musicalização na Floresta Encantada
Aulas de musicalização na Floresta Encantada

Estímulo Sensorial Completo

Ter um bom senso de ritmo organiza o cérebro. Não só é importante para a música, mas também é crucial para o desenvolvimento da fala e da linguagem. Mesmo as habilidades físicas usam uma batida constante, como caminhar ou usar uma tesoura.

Através da música, cantando, recitando um poema ou tocando um instrumento, o estímulo sensorial não se limita somente a audição.

As crianças podem sentir a batida constante: palmas, toques ajudam a marcar o ritmo.

As crianças vêem a música, quando vêem os pés dançando, a mão bater num tambor ou alguém bater palmas ou marchar ao ritmo da batida.

 

Desenvolvimento Cerebral

A música ativa todas as áreas do desenvolvimento infantil e habilidades para a preparação escolar, particularmente nas áreas de aquisição de linguagem e habilidades de leitura.

Aprender a tocar um instrumento musical pode melhorar a aprendizagem matemática, e até mesmo aumentar as partituras escolares.

 

Expressão Corporal e Integração

A música descontraí as pessoas e faz com que elas se conectem uma com as outras, o que facilita o seu desenvolvimento socioafetivo. Ela ajuda a estimular nosso corpo, dá vontade de dançar! O que no fim das contas vão ajudar a trabalhar a expressão corporal, coordenação, autoestima e a inibição das crianças.

 

Contato com a Cultura

A música é um dos nossos primeiros contatos com a cultura, que vai enriquecer o conhecimento das crianças, e fazê-las conhecem nossa linguagem, ritmos e instrumentos.

 

Desenvolvimento da memória e da linguagem

Estudos confirmam que a música melhora as funções cerebrais e estimula o desenvolvimento neurológico das crianças.

Segundo os pesquisadores, isso acontece devido ao aumento da espessura do córtex (responsável pelo controle das emoções) causado pelo treinamento musical.

A linguagem também é bastante desenvolvida com a música, são aprendidos diversos vocábulos através das letras e a dicção é aprimorada cada vez mais.

 

Música como ferramenta de ensino

A música no cotidiano escolar é uma importante ferramenta para promover a qualidade no processo de aprendizagem das crianças, em todas as faixas etárias.

A prática desenvolver a criatividade, a memória e a integração das crianças e trabalha diversas habilidades, sendo fonte de dezenas de estímulos, relaxamento e equilíbrio.

Lembre-se de que aulas inovadoras garantem qualidade no ensino e bons resultados.

 

Gostou do nosso post sobre os benefícios da musicalização na educação infantil? Então compartilhe-o em suas redes sociais e espalhe a informação!